Dr. Philipe Saraiva Oftalmologista · RQE 71.903
Voltar ao site
Newsletter mensal · LinkedIn

Eye Care Monthly Update

Uma edição por mês sobre Olho Seco, superfície ocular e saúde visual no trabalho — escrita pelo Dr. Philipe Saraiva Cruz, com base científica e linguagem acessível. Publicada no LinkedIn.

Confirmação em duas etapas; cancele quando quiser. Sem repasse a terceiros — veja a política de privacidade.

Prefere o LinkedIn? Assine por lá — ele avisa a cada edição mensal.

8 edições publicadas

Edições publicadas

8 edições
01 de set de 2026

O colarete não é sujeira de cílio

O laudo descreve a margem. O corredor traduz “sujeira de cílio”.

Ler no LinkedIn →
01 de set de 2026

O Schirmer subiu 5,5 mm. E daí?

O paciente retorna após algumas semanas de tratamento. O Schirmer melhorou.

Ler no LinkedIn →
25 de ago de 2026

O paper mede produção. O armário não muda.

Dois ensaios de fase 3, 931 adultos somados, desfecho primário no dia 14. O que o paper pergunta é se a lágrima sobe.

Ler no LinkedIn →
22 de ago de 2026

O meiboscore não fecha o caso

Quatro sessões de luz intensa pulsada. No retorno, o meiboscore é o mesmo.

Ler no LinkedIn →
17 de ago de 2026

Olho seco por mecanismo: o que este ciclo mudou no consultório

O olho seco deixou de caber numa conduta única. O ciclo recente da literatura empurra o consultório para um idioma por mecanismo: evaporativo, aquoso, misto e neurossensorial.

Ler no LinkedIn →
26 de jul de 2026

O problema não é apenas o tempo de tela: é como o trabalho digital foi desenhado

Às 17h42, a entrega continua aberta. A analista aproxima o rosto da tela, aumenta o zoom e relê o mesmo trecho.

Ler no LinkedIn →
25 de jul de 2026

O problema que não aparece no dashboard: por que a saúde visual entrou na agenda do trabalho digital

Ardência no fim do expediente. Visão que oscila. A necessidade de reler a mesma linha.

Ler no LinkedIn →
18 de mai de 2026

O custo invisível do olho seco nas empresas de tecnologia: quanto a sua equipe de devs perde por ano sem ninguém perceber

Em empresas de tecnologia, produtividade costuma ser medida por entregas, velocidade de desenvolvimento, qualidade do código, retrabalho, bugs, absenteísmo e retenção.

Ler no LinkedIn →